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    As três eras das liderança feminina em tecnologia: a perspectiva de Mary Wells

    Debbie Kruger Headshot
    Mulher usando um laptop

    A conversa sobre mulheres na tecnologia mudou muito com o passar dos anos. O que começou como uma busca por visibilidade transformou-se em algo muito maior: uma história sobre representatividade, apoio e influência.

    Mary Wells, diretora de marketing da Cloudera, teve um lugar na primeira fila nessa evolução. Durante seus mais de 25 anos de carreira em algumas das maiores empresas de tecnologia, ela viu de perto como os papéis e as vozes das mulheres se transformaram. Como patrocinadora executiva da iniciativa Women Leaders in Technology (WLIT) da Cloudera, ela ajuda a promover essa próxima etapa de crescimento: criar espaço para que mulheres e aliadas aprendam, liderem e se apoiem mutuamente. 

    Baseando-se em sua experiência, Mary descreve a evolução das mulheres liderando na tecnologia durante três eras. Cada uma é construída sobre a anterior, com uma nova era apenas começando a se formar. 

    Primeira era: representação e pertencimento

    Há algumas décadas, progresso significava simplesmente ser visto. 

    Muitas mulheres na área de tecnologia eram "as únicas": a única mulher em um departamento, em uma equipe de projeto ou até mesmo em um prédio inteiro. Essas pioneiras enfrentaram o duplo desafio de realizar seus trabalhos enquanto também provavam que participavam.  

    Em uma entrevista recente, Mary refletiu sobre suas experiências durante essa era com encontros informais para mulheres em tecnologia em vários eventos da empresa e do setor. Em retrospecto, ela vê isso como as primeiras versões rudimentares das redes de apoio mais formais de mulheres na tecnologia de hoje.  

    Mary se recorda de mulheres compartilhando histórias em que eram as únicas mulheres em um andar ou departamento. Algumas participantes saíram dessas conversas da WLIT com outras líderes (que por acaso são mulheres) em lágrimas, não de tristeza, mas de alívio. Para muitas foi a primeira vez que perceberam que não estavam sozinhas em suas dificuldades no ambiente de trabalho. Ver suas experiências refletidas em outras pessoas criou um senso de representatividade e pertencimento. 

    Conversas simples quebraram a sensação de isolamento, criando um sentimento de solidariedade. Mulheres trabalhando juntas para ouvir, encorajar e provar que pertencer a um grupo era uma forma de força. 

    Durante essa época, as comunidades de pares deram às mulheres a coragem de ocupar um lugar à mesa e permanecer nela. 

    Segunda era: confiança e voz

    Quando as mulheres tiveram um lugar na sala, a conversa começou a mudar. Não bastava apenas estar presente. Chegara a hora de participar de forma significativa. 

    Por isso essa segunda era de mulheres líderes na área da tecnologia pode ser caracterizada pela confiança. As mulheres começaram a buscar maneiras de usar suas vozes, influenciar decisões e liderar de forma autêntica. Mary lembra que, há cerca de dez anos, as perguntas que ouvia com mais frequência giravam em torno da insegurança. As mulheres perguntavam: "Como podemos fazer com que nossa presença faça a diferença?" 

    Naquela época, a "síndrome do impostor" tornou-se a expressão mais usada para descrever a diferença entre estar fisicamente presente no ambiente e realmente sentir que pertencia àquele lugar. 

    Mas com o passar do tempo, ela sentiu que isso era um nome inadequado. A síndrome do impostor não era um problema exclusivo das mulheres. Todo mundo tem dúvidas sobre si mesmo em algum momento. O importante não é esperar que desapareça, mas sim seguir em frente mesmo assim. Para ela, a confiança muitas vezes começa com a coragem. “Façam mesmo com medo”, ela diz às colegas. Um lembrete de que sair da zona de conforto geralmente significa que você está crescendo. 

    Essa foi a época em que as mulheres pararam de aguardar permissão para liderar e começaram a moldar suas próprias conversas. 

    Terceira era: todas são bem-vindas por meio de alianças e parcerias

    Essa terceira era trata de alianças e responsabilidade compartilhada. Não é mais somente uma "questão das mulheres"—hoje, todos são bem-vindos. Homens e mulheres estão trabalhando juntos para construir equipes que reflitam a diversidade do mundo ao seu redor.  

    Mary testemunhou essa mudança em primeira mão. Num painel recente sobre liderança feminina na área da tecnologia, durante um evento em Londres, ela olhou para uma plateia composta por quase 60% de homens. Para ela, aquele momento, reconhecendo o apoio de outros e um grupo mais amplo de colegas que ouviam ativamente esses desafios, capturou o quanto a conversa havia evoluído. 

    Ela se recorda de um momento em que um colega homem questionou por que fóruns como o WLIT eram necessários e outro homem rapidamente interveio para dizer: "Olhem ao redor da mesa", dando a entender que, para a maioria dos presentes, a resposta era óbvia. Esse tipo de aliança, observa Mary, dá credibilidade e impulso à conversa.  

    O progresso agora depende de todos comparecerem, ouvirem e apoiarem uns aos no caminho. 

    A Era Emergente: Liderança e Influência 

    Um novo capítulo já está se desenrolando e a próxima era é sobre influência. Garantir que as mulheres não sejam apenas parte da conversa sobre o futuro da tecnologia. Elas estão ajudando a defini-la. As sessões do WLIT em toda a série global de eventos EVOLVE da Cloudera oferecem um exemplo vívido de como é essa nova era na prática.

    Sob o tema "Acelerar a Ação, Acelerar a Inovação", a WLIT reuniu vozes líderes de diversos setores para explorar temas que vão desde liderança adaptativa até IA responsável. Durante quatro eventos, registramos mais de 300 inscritos externos e quase 200 participantes, demonstrando um forte interesse nessas conversas cruciais. 

    Juntos, discutimos:

    • Liderança com governança e transparência (inspirada nas regras da robótica)

    • Moldando um futuro de IA responsável com o qual as pessoas estejam entusiasmadas em interagir

    • Cultivando estilos de liderança adaptáveis e com foco no ser humano

    O feedback dessas sessões reflete o quanto essas conversas são relevantes e necessárias. 

    Um dos participantes comentou:

    "O painel da WLIT de Nova York foi, honestamente, um dos painéis mais sinceros e envolventes que já vi". "A diversidade de pensamento e representação foi ótima!"

    Para Mary, as sessões da WLIT na EVOLVE demonstram como a influência transforma-se em impacto, é uma evolução natural da jornada. O foco não está mais em mulheres provando que merecem estar na liderança tecnológica — é a liderança, de forma igualitária, das conversas que moldarão o futuro. O objetivo não é mais sermos vistas como "mulheres líderes", em vez disso preferimos simplesmente sermos vistas como líderes.  

    Olhando para o Futuro: Mulheres Líderes em Tecnologia

    Cada era abriu caminho para a seguinte. O sentimento de pertencimento gera confiança, confiança cria alianças, e alianças levam à influência. Já estamos vendo a quarta era tomar forma, afirma Mary.

    A história das mulheres na liderança da tecnologia ainda está sendo escrita. É uma história de resiliência, coragem e conexão. De pessoas que optaram pelo apoio mútuo em vez de subirem sozinhas. 

    Na Cloudera e em todo o setor, líderes como Mary Wells nos lembram que progresso é usar nosso lugar à mesa para abrir espaço para os outros e moldar o que vem a seguir. 

    Vivencie o impacto das mulheres líderes em tecnologia no EVOLVE25 hoje mesmo:

    Quer saber mais? Confira nossa página de mulheres líderes em tecnologia.

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